
Esclarecimentos de informações falsas sobre a Justiça Eleitoral e denúncias
Leia mais sobre a história e o desenvolvimento do nosso sistema eletrônico de votação
Há 30 anos a Justiça Eleitoral dava o primeiro passo em direção ao voto informatizado acessível a todos os brasileiros e brasileiras. O lançamento do Edital de Licitação Internacional nº 002/95 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no dia 14 de dezembro de 1995, marcou o início de um longo processo para concretizar o sonho do voto eletrônico. Fruto do trabalho de uma comissão formada por um grupo técnico qualificado, o edital detalhava os requisitos para a construção do Coletor Eletrônico de Voto (CEV), ou como rapidamente ficou conhecida, a nossa urna eletrônica.
Às vésperas de completar três décadas de utilização, o sistema eletrônico de votação brasileiro chega às Eleições Gerais de 2026 consolidado como um dos principais pilares de fortalecimento da democracia no país. Ao longo desse período, a tecnologia se firmou como um instrumento decisivo para garantir segurança, agilidade e confiabilidade ao processo eleitoral. Essa mudança marcou a forma como os brasileiros exercem o direito ao voto e não ocorreu somente no Brasil — como alegam, de forma enganosa, diversas fake news —, já que outras nações também utilizam o sistema eletrônico.
O Código Eleitoral de 1932 celebra 94 anos nesta terça, 24 de fevereiro. Responsável por instituir a Justiça Eleitoral e o voto feminino, o compêndio trouxe muitas inovações para a legislação eleitoral, mas uma delas só pôde ser posta em prática mais de 60 anos depois: o uso de uma “máquina de votar”. Ainda que a concretização do sonho estivesse distante, esse foi um momento fundamental para semear a ideia de que o voto eletrônico era uma possibilidade real.
Outro acontecimento importante foi a criação de uma comissão que analisou três projetos para máquinas de votar, incluindo pareceres e conclusões sobre cada uma, relatado no Boletim Eleitoral de 15 de maio de 1937.
A modernização das eleições brasileiras é resultado de um processo histórico e teve um dos seus principais impulsos em 24 de março de 1995, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) instituiu a chamada Comissão de Notáveis. Há 31 anos, o grupo formado por juristas, magistrados, cientistas políticos e especialistas em tecnologia foi responsável por estruturar as bases do que viria a se tornar a urna eletrônica, uma das mais importantes inovações institucionais para o pleito.
Duas pontes fundamentais para a comunicação de pessoas com deficiência têm datas comemorativas em abril. Enquanto o dia 8 é reconhecido como Dia Nacional do Braille, nesta sexta (24) é celebrado o Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras), duas formas de comunicação que, ao longo do tempo, também encontraram seu devido espaço no processo democrático. Em um mês com datas que destacam a importância da acessibilidade no contexto nacional, o texto da série “30 anos da urna eletrônica”, do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), revela de que forma a “máquina de votar” brasileira aumentou o alcance ao voto para diferentes parcelas da população.
Muito antes de o computador se popularizar entre as décadas de 70 e 80, a ideia de ter uma “máquina de votar” já estava prevista no Brasil, desde o Código Eleitoral de 1932. Trinta anos após o envio das primeiras urnas eletrônicas aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), em 13 de maio de 1996, este novo capítulo da série do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) sobre o sistema eletrônico de votação revisita também um marco anterior vivido no estado: a experiência pioneira com o chamado Coletor Eletrônico de Voto (CEV), utilizado pela primeira vez em solo paulista em maio de 1995.
A cada mês, saiba mais sobre as diversas camadas de segurança das urnas eletrônicas; baixe aqui
Leia mais sobre a segurança das urnas eletrônicas e o enfrentamento a desinformação contra a Justiça Eleitoral
Em ano eleitoral, fake news que colocam em dúvida a segurança da urna eletrônica voltam a circular com mais frequência. Muitas pessoas acreditam nessas mentiras porque não compreendem plenamente o seu funcionamento e, às vezes, acabam ajudando a propagar a desinformação.
Um dos principais fatores de segurança do processo eleitoral brasileiro é muito fácil de entender: as urnas não são conectadas à internet, ou seja, não é possível que nenhum hacker, por mais habilidoso que seja, consiga invadir o equipamento para adulterar os votos, favorecendo uma ou outra candidatura.
No entanto, há diversas teorias da conspiração que enganam o eleitorado ao afirmar que seria possível fraudar o sistema de votação de outras formas, como na fabricação das urnas, na hora de colocar lá dentro os programas que a fazem funcionar, no momento da transmissão dos votos ou na totalização.
Leia mais em: https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2024/Fevereiro/entenda-por-que-nao-e-possivel-fraudar-a-urna-eletronica
Na era da desinformação, com difusão em larga escala de fake news, pode ser difícil separar a verdade da mentira e, como definiu São Tomás de Aquino, adequar “o pensamento à coisa real”. Veja algumas dicas para identificar o que é notícia de fato e o que pode ser um conteúdo falso ou enganoso: https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2023/Agosto/saiba-como-identificar-fake-news-ou-desinformacao
A mentira existe desde o começo da civilização. O uso político da maledicência também não é novidade dos nossos tempos. Na Roma Antiga, por volta de 33 a.C., Otaviano empreendeu uma campanha difamatória contra Marco Antônio, colocando sua lealdade à Roma em dúvida por causa do amor dele por Cleópatra. O casal, por sua vez, contra-atacou questionando as origens de Otaviano — ele era parente de Júlio César apenas por parte de mãe. Até moedas foram cunhadas por ambos com imagens que os favoreciam nesse esforço de propaganda.
O que mudou nos últimos anos, depois da explosão das redes sociais, foi a escala e o meio de difusão de mentiras, que passaram a ser chamadas de fake news (notícias falsas) e desinformação. Usados popularmente como sinônimos, os dois termos têm diferenças conceituais de acordo com os estudiosos do assunto e as instituições que os utilizam.
Há 30 anos, em 3 de outubro de 1994, a Justiça Eleitoral deu um grande passo para a consolidação da segurança do processo eleitoral e da democracia: nessa data, houve a primeira eleição com totalização dos votos 100% informatizada em todo o país. Antes, já haviam sido feitas experiências de votação eletrônica e totalização informatizada em algumas cidades e estados.
Leia mais em: https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2024/Outubro/saiba-mais-sobre-a-seguranca-da-urna-eletronica
Os votos depositados por eleitoras e eleitores nas urnas eletrônicas do estado, neste domingo (6), percorrem um caminho seguro até a totalização pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após o encerramento das seções eleitorais, as máquinas emitem o Boletim de Urna (BU) que mostra a votação de cada seção, mas o resultado final só é divulgado depois que os votos chegam aos computadores do TSE. Esse processo de apuração pode ser acompanhado pelo público em tempo real por meio da página Resultados, disponibilizada a partir das 17h pela Justiça Eleitoral.
Longe do tempo em que Inteligência Artificial (IA) era um conceito ambicioso, presente apenas em filmes de ficção científica, hoje em dia seu uso é amplo, aplicado até a tarefas cotidianas. E uma das formas mais populares e difundidas dessa tecnologia é a IA generativa. Ferramentas como ChatGPT, Gemini e outras são capazes de criar novos textos, imagens e até vídeos a partir de comandos do usuário, com base em dados previamente inseridos durante seu desenvolvimento. Com enorme potencial para se tornar uma aliada da produtividade e criatividade humana, a popularização da IA também traz preocupações.
Com a aproximação das eleições, as discussões sobre o processo eleitoral aumentam e, com elas, algumas mentiras recorrentes voltam a ser espalhadas. Seja sobre a segurança da urna eletrônica ou causas de anulação do pleito, a desinformação causa danos incalculáveis à democracia. No Dia da Mentira, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) desmente alguns dos mitos mais prevalentes sobre o processo eleitoral e alerta para golpes populares utilizando a imagem ou o nome de Tribunais e cartórios eleitorais.
Série de vídeos em linguagem simples sobre os recursos de segurança do nosso sistema eletrônico de votação
Veja os conteúdos da exposição "Verdades Eletrônicas: Saiba Tudo sobre a Segurança da Urna", produzida pelo TRE-SP
Para mais informações sobre as Eleições 2026, consulte a página de notícias no site do TRE-SP.
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