Urna eletrônica: equipamento não possui conexão com a internet

Ausência de condições materiais para o acesso remoto blinda a urna contra investidas de hackers

Ausência de condições materiais para o acesso remoto blinda a urna contra investidas de hackers

A partir da premissa de eliminar a fraude no ato de registro do voto e garantir uma totalização fidedigna do resultado das eleições, a urna eletrônica foi projetada para não permitir a conexão remota. Isto é, ela não pode ser conectada à internet, nem por cabo nem por wi-fi (tecnologia sem fio), e tampouco é acessível a tecnologias de troca de dados como o bluetooth. Na prática, o circuito é fechado e isso garante que hackers não possam invadir as urnas à distância.

Mas por que conectar a urna eletrônica, tal como ela existe, à internet trata-se de algo realmente impossível? Por uma questão de estrutura física: o estabelecimento da conexão depende de um dispositivo de hardware chamado placa de rede, que a urna não possui. Ou seja, inexiste o equipamento necessário para permitir as atividades de entrada, processamento e saída de dados interligados à rede mundial de computadores.

Numa comparação livre porém ilustrativa, conectar a urna à internet consiste numa operação análoga a fazer uma foto com um celular que não tem câmera. É impossível de imaginar, porque literalmente não produz imagem. Isto é, não acontece porque não tem condições materiais de acontecer.

Do mesmo modo, não há possibilidade de parear a urna com um dispositivo qualquer via bluetooth, tecnologia que permite a troca de dados à distância via frequência de rádio. Para isso, é necessário que os aparelhos envolvidos contenham um microchip transmissor e um receptor que os habilite – como funciona o mouse sem fio do seu computador, por exemplo. Novamente: a urna não possui esse equipamento, logo não está acessível via bluetooth por outras máquinas.

Transmissão dos votos apurados

De outro lado, a operação de transmissão dos votos coloca a segurança dos dados da votação em risco devido ao tráfego em rede, correto? Errado! Por duas razões contundentes em termos de tecnologia da informação: criptografia e rede privada exclusiva.

Via de regra, os dados trafegam em uma rede privada criptografada na intranet da Justiça Eleitoral (JE).

Isto quer dizer que os dados da urna são criptografados para, em seguida, serem transmitidos por uma rede privada exclusiva para o fim da transmissão, que por sua vez está inserida na rede privada de uso exclusivo da JE – fora da internet, portanto. Três barreiras de segurança fortíssimas atuando em conjunto, inviabilizando simultaneamente a ocorrência de invasão e a viabilidade de tempo para a realização de qualquer fraude.

 

 

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